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Sobre a Toca

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Manoel de Barros foi quem nos ensinou. Exemplo apreendido por ele em conversa com o amigo Millôr Fernandes: “todo escritor tem de ter uma toca”. O lugar que o escritor escolhe e destina para ficar lá, mexendo nas palavras, construindo o repertório, conversando com os personagens, rabiscando prosas e versos, descobrindo os caminhos da escrita. “Todo mendigo faz o mesmo”, costumava dizer o poeta mato-grossense. Pois bem, é esta a filosofia da Oficina Toca, coordenada por Marcelino Freire: cada um começar a encontrar este “canto/casulo”. De pensamento e de experimentação. E, a partir daí, “tocar” em frente, dentro de sua aspiração literária, o que quiser “tocar”.

Sobre Marcelino Freire

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Há muitos anos coordenando oficinas de criação literária, o escritor Marcelino Freire é um provocador. E, com suas provocações, tem ajudado a tirar da “gaveta”, por todo o país, muitos projetos de livros, nos gêneros mais diversos. Autor de obras como “Contos Negreiros” (Prêmio Jabuti 2006) e o romance “Nossos Ossos” (Prêmio Machado de Assis 2014), ambos publicados pela Editora Record, Freire compartilha com os participantes de suas oficinas – seus “parceiros de escrita” – aquilo que a prática, para ele, tem ensinado: “livro bom é livro em movimento”. Tocar em frente é o segredo, afirma. Citando a escritora Clarice Lispector, “escrever se aprende escrevendo”.

Para saber mais sobre o autor, acesse: marcelinofreire.wordpress.com

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Fotos: Jorge Ialanji Filholini